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Publicado o 2026-02-16

"NADA" ⚒️ Equipo técnico: Dirección · Fotografía · Posprodución: Xaime Miranda Vestiario: Sofía Seijas Efectos prácticos e miniatura: Manuel Miranda ? Música: Música: Rebeliom do Inframundo Letra: Nervo Instrumental: Malakkor Guitarra: Alberto busto Coro: Iria Medraño Grabado por: Frank Huxley & Alberto Busto Mistura e máster: Iago Pico ~ Pouland Studios Discográfica: Galunk Producións ? Aparecen: Manuel Breijo , María Pulgar , Deva Miranda , José Ramón Villarino (“Jamones”) , Xacobe do Teniente , Antonio González (“Patoso”) , Maribel Crecente , Selu , Javi “Mañente” , Diego Núñez , Diego Chicha , Ale Rubal , Azules , Paz Quiroga , Menchu , Claudio , Natalia , Olaia , Simeón & Pablo F ? Agradecementos: Santi Raimundi , David Mon , Arian Quinteiro , Telmo Cao (Obradoiros Cao) , Talleres Ruiz (Burela) , Bar Manuel Manuel (Foz) , La Lillo , Mari & Toñito Letra: Parásitos sem vida nem mundo interior estam vivindo da desgraça alheia. Temos necessidades que tais nom som, fecharom as portas da tua cadeia. Onde estam as chaves? Isso nom o sei, nos somos de classe obreira, eu nom mo inventei. Orgulho de sangue, ovários e colhons, parámo-nos fronte a quem seja. E já nom me importa nada, sinto que imos a estourar, colisom entre miradas, nom dês um passo atrás. E já nom me importa nada de isso que falam, sinto como imos a estourar, colisom entre miradas, sei o que calam, aí tes o gatilho para apertar. (x2) Estamos desaprendendo todo o adquirido, vivindo num metaverso, somos primitivos. A opressom de sentimentos sim que é delitivo, desde que nacimos, caldo de cultivo. Cantas vezes calas algo para aparentar em nome da supervivência. Precisamos ar para respirar e viver uma mentira com certeza. A simpleza fica em perigo de extinçom e seguimos fechando os olhos, fazendo caso omisso. Submissos, esquecendo a razom, caducando cada outono, atrapadas neste ciclo. Conflitos por sentirem-se convictos, oscilando coma criptos. Anúbis no coraçom do Egipto nom daria um passo atrás. E já nom me importa nada de isso que falam, sinto como imos a estourar, colisom entre miradas, sei o que calam, aí tes o gatilho para apertar. (x2) Nom quigem estudar, só me quigem dro... Bah, eu som de calar e marcar como Drogba. A minha chorva conhece a minha alma, respirando em calma, suda-ma o que diram. Há tanto lastimar, quero desconectar a inocência marchou doida a outro lugar. Estado de bem-estar? Vem, come desta já, cançom protesta, Nada que aparentar. Nunca estou tranquilo, putos cartos, tio, dia cinco em negativo, nom digas nem chio. Há tempo que nom rio, lembro ser crio, remoinhos neste rio geram riots. Conflitos por sentirem-se convictos, oscilando coma criptos. Anúbis no coraçom do Egipto nom daria um passo atrás. E já nom me importa nada de isso que falam, sinto como imos a estourar, colisom entre miradas, sei o que calam, aí tes o gatilho para apertar. (x2) Parásitos sem vida nem mundo interior estam vivindo da desgraça alheia. Temos necessidades que tais nom som, fecharom as portas da tua cadeia. Onde estam as chaves? Isso nom o sei, nos somos de classe obreira, eu nom mo inventei. Orgulho de sangue, ovários e colhons, parámo-nos fronte a quem seja. - ?TOUR "ORGULHO" ?V.06 Marzo ~ BARCELONA ~ La Laut ?S.28 Marzo ~ BILBAO ~ D8 Sorkuntza Faktoria ?S.18 Abril ~ VALLEKAS ~ Sala La Trinchera ?V.08 Maio ~ COMPOSTELA ~ Sala Capitol ?️ Entradas : www.woutick.com

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